01/05/2009
30/04/2009
Post-it
(como é que foi parar à impressora e se colou ao papel fotográfico é que se tornou o mistério de uma tarde de trabalho!)
Publicada por Teresa à(s) 8:44 da tarde 0 comentários
Feira do Livro em Abril? Águas mil...
Publicada por sophia à(s) 1:51 da tarde 1 comentários
Etiquetas: Photo do site oficial da Feira
Por ti
Publicada por sophia à(s) 11:07 da manhã 0 comentários
Etiquetas: Editora Gradiva
29/04/2009
Burning down the House
..."À hora marcada o cantor escocês entrou em palco, impecavelmente vestido de branco, bem como a sua banda, composta por sete elementos. Nos primeiros minutos Byrne demonstrou uma atitude descontraída, com leves toques de humor, o que desde logo prendeu a audiência. Quando ao segundo tema da noite recuperou o legado dos Talking Heads, com três bailarinos (também de branco) em palco, desde logo se percebeu que este seria um concerto onde a memória do grupo a que Byrne pertenceu não seria esquecida. A presença dos bailarinos foi constante ao longo do espectáculo, o que acabou por se revelar numa brilhante ideia, pois não trouxe só dinamismo, como deu uma nova ideia estética às canções que David Byrne e Brian Eno assinaram em conjunto. A noite de ontem acabaria por se tornar algo entre o concerto e o espectáculo performativo, com os bailarinos a interagirem constantemente com Byrne e o seu grupo, revelando o cantor um fulgor criativo que poucos músicos da sua geração ainda mantém. O concerto ficou marcado pelo registo best of, com um alinhamento que se dividiu entre os novos temas, alguns dos mais emblemáticos dos Talking Heads e, surpreendentemente, dois temas de My Life in the Bush of Ghosts, de 1981, o primeiro disco que assinou a meias com Brian Eno, onde as vozes são somente samples (que em palco foram substituídos pelas vozes de Byrne e um coro de três membros). A certa altura as cadeiras que preenchiam o Coliseu foram esquecidas pelos fãs mais acérrimos que queriam ver de perto David Byrne e a partir de então a maioria que enchia a sala lisboeta não mais se sentou. Foi sob esta euforia que receberem Burning Down the House, já no encore, com todos os músicos em palcos (Byrne incluído) envergando um tutu de ballet para espanto de todos."...como eu disse, impossível ficar nas cadeiras...
Publicada por Bloca à(s) 10:43 da manhã 0 comentários
27/04/2009
Olha o número 2! Já nas bancas!
Publicada por sophia à(s) 4:52 da tarde 1 comentários
Etiquetas: Cooking
Dia 28 é amanhã! Everything That Happens...
Publicada por sophia à(s) 11:37 da manhã 4 comentários
Etiquetas: No Coliseu dos Recreios em Lisboa
26/04/2009
"Ser racional não é separarmo-nos das nossas emoções. O cérebro que pensa, que calcula, que decide, não é diferente daquele que ri, que chora, que sente prazer e repulsa. A ausência de emoções e de sentimentos impede-nos de sermos verdadeiramente racionais."
António Damásio, médico neurologistaPublicada por Teresa à(s) 11:15 da manhã 2 comentários
25/04/2009
23/04/2009
Canonização do Beato Nuno de Santa Maria
Publicada por sophia à(s) 11:00 da manhã 0 comentários
22/04/2009
Hoje, dia mundial da Terra
Quai Branhy Museum, Jean Nouvel
Maccaroni Club, Giovanni D´Ambrosio
School of Arts, Design and Media, CPG Consultants
Fonte : arquitectura-sistentável.blogspot.comPublicada por Teresa à(s) 7:04 da tarde 2 comentários
Mais uma vez, não resisto...
Maria Bethânia - Cântico Negro (1982) É esta a versão que me toca mais fundo...
Publicada por Dia Santo na Loja à(s) 1:59 da tarde 3 comentários
21/04/2009
Tropeço neste poema e a nostalgia assola-me. Estamos em Ofir a noite vai longa, no rádio ouvimos Mário Viegas a declamar este poema.Ficamos com "ganas" de transgredir, desobedecer, desalinhar, de não ir por ali.Os meus passos trouxeram-me aqui.
(Poemas de Deus e do Diabo)José Régio
Cântico Negro
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.-
Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou -
Sei que não vou por aí!
Publicada por Marta à(s) 10:25 da tarde 0 comentários
Não resisto...
Quem pode resistir? Na expressão incomparável da voz de Jobim. É um mano a mano Vinicius e Jobim.
Publicada por Dia Santo na Loja à(s) 1:04 da tarde 0 comentários
Publicada por Bloca à(s) 9:50 da manhã 2 comentários
Etiquetas: Zambujeira do Mar
19/04/2009
Atrás do vulcão e três pinturas semi-amestradas
"O lado de cá do vidro, a superfície que não está pintada mas que é virada para nós (uma vez que o artista pinta do outro lado, sendo que a primeira camada que vemos seria a última, a mais visível, num processo tradicional, cria uma barreira e uma espécie de silêncio entre as coisas dadas a ver a quem olha."
Leonor Nazaré sobre Gil Heitor Cortesão
Na galeria Pedro Cera em Lisboa até 30 de Maio. A não perder.
Publicada por Marta à(s) 9:00 da manhã 1 comentários
18/04/2009
Peter Zumthor é o vencedor do Priztker 2009
Publicada por Teresa à(s) 10:30 da manhã 0 comentários
" A solidão...
"Mattia pensou que não havia nada de belo em ter uma cabeça como a sua. Que de boa vontade a desenroscaria para a substituir por outra, ou também por uma caixa de biscoitos, desde que estivesse vazia e fosse leve. Abriu a boca para responder que sentir-se especial é a pior das gaiolas que alguém pode construir em seu redor, mas acabou por não dizer nada."
...dos números primos" de Paolo Giordano
Publicada por Teresa à(s) 1:25 da manhã 2 comentários







