Publicada por Marta à(s) 10:00 da tarde 1 comentários
Publicada por sophia à(s) 9:43 da manhã 0 comentários
Parabéns Sophie! Sei que não consegues ouvir, mas o que conta é a intenção... Mas é só para dizer que estou a pensar em ti.
Publicada por Marta à(s) 10:58 da manhã 1 comentários
Que boa surpresa, muito divertido. Obrigado e Parabéns Djomba.
Publicada por Marta à(s) 9:29 da tarde 1 comentários
Publicada por sophia à(s) 4:32 da tarde 0 comentários
É tão bom acreditar! Quem me dera voltar a ter 6 anos e a inocência de quem acredita que tudo é possível. Que querer é mesmo poder!
O Francisco acredita que vai passar todas as aulas de ciências, que vai ser astronauta e construir um grande foguetão que o levará às estrelas, de onde trará o Pai de volta para a nossa casa, para ao pé de nós... Quem sou eu para lhe destruir o sonho e dizer que isso nunca vai acontecer?Publicada por Teresa à(s) 5:05 da tarde 0 comentários
A Inês Mega propôs-me o seguinte desafio:
" São-nos pedidas seis palavras para uma “muito curta” biografia (há quem opte por um conceito) e podemos dar-lhes ênfase com uma imagem. Devemos colocar um link para quem nos desafiou e por nossa vez desafiar cinco blogues, avisando-os deste mesmo convite." À semelhança da Inês também eu me desvio ligeiramente do pedido, deixando-vos aqui o excerto de um texto que me diz muitissimo:(…) Sei, eu sei que venho de longe e vou para longe. Sei que não estou apenas aqui mas em muito lado, sei que não vivo “apenas” o tempo que vivo. Sei que o infinitamente grande é tão infinito como o infinitamente pequeno. E sei e sei mais e muito mais. Sei que não sou excepção. Sei que sou como todos os homens Os que nasceram e morreram Os que hão-de nascer para morrer. Eu sei que entre mim e os outros há uma eterna e indissolúvel união. E que os outros precisam de mim, tanto quanto eu deles necessito. E sei que é este sabermo-nos infinitamente grandes por sermos infinitamente pequenos que constitui a paixão da vida. Eu sei, sim eu sei.(…)
“Depoimento” por Fernando Távora para uma aula na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, em 198? Relativamente à segunda parte, desafio o Holler (o único Bloguista que nos visita que sei gostar de desafios).
Publicada por Teresa à(s) 2:52 da tarde 2 comentários
Com prefácio de Eduardo de Souto Moura foi publicada uma tese de doutoramento de uma arquitecta do Porto, Graça Correia, sobre um dos mais notáveis e interessantes arquitectos do Movimento Moderno português. Souto Moura a propósito, conta uma história significativa em que pergunta a Ruy d'Athouguia a sua preferência entre as obras e os arquitectos portugueses, " A piscina de Leça do Siza Vieira... mas não percebo porque é que o Siza em pleno século XX insiste em fazer janelas!"
O primado da planta livre, a anulacão das janelas através dos planos de vidro, as coberturas terraço, os pilotis, o betão aparente, etc, estão presentes em profundidade todos os princípios da carta de Atenas e do Movimento Moderno.
Tenho o privilégio de trabalhar e fazer vida numa zona da cidade em que a encomenda pública a Ruy d'Athouguia foi abundante, por isso, Bairro das Estacas ( onde trabalho)Escola Teixeira de Pascoaes, Escola do Bairro de S. Miguel, Liceu Padre António Vieira, o maravilhoso Imóvel de Habitação em Alvalade (encaixado no Hotel Lutécia) a Torre do Infante que sempre foi a minha preferida em Cascais ( desde que me lembro e ignorava a autoria), Fundação Calouste Gulbenkian, Edifícios da Praça de Alvalade, etc. E maravilha das maravilhas, as habitações unifamiliares, Casa Sande e Castro, Casa Pinto Coelho ( alguém conhece? Duarte, exigo uma visita guiada! ) a descobrir e conhecer com urgência.
Publicada por sophia à(s) 9:41 da manhã 5 comentários
Etiquetas: Capa da Edição - Editora Caleidoscópio
Publicada por sophia à(s) 12:13 da tarde 0 comentários
Voltei a ouvir esta música no CD "B.S.O Almodóvar" e não consigo parar de a ouvir.
Publicada por Marta à(s) 10:57 da tarde 1 comentários
Foi preciso esperar 40 anos para a nossa intelizzencia conservadora vir conspurcar a herança do Maio de 68, reclamando o fracasso do movimento em termos políticos, o fim da noção tradicional de família e por aí fora, chegando mesmo a referir-se a Maio de 68 como tendo sido apenas “ uma revolta festiva” como acrescentou José Manual Fernandes no seu editorial do Público de 2 de Maio.
A herança é vasta. Enuncio aqui apenas parte do inventário do que mudou no nosso quotidiano: a democratização da pílula, o aborto livre e emancipação do segundo sexo, que até então era o fraco; aulas mistas; maioridade aos 18 anos; maior mobilidade social; reforma da escola, entre muitas outras. Maio de 68 foi e é a possibilidade de dizer “não” e “basta”.
E faço minhas as palavras de Manuel Villaverde Cabral: “A retórica espontaneísta do ‘contra’ deixou marcas profundas e a actual paisagem humana e social seria bem diferente sem ela: contra o Estado e os seus mecanismos de enquadramento; contra a família convencional e o recalcamento sexual; contra o racismo e a subordinação das mulheres e crianças; contra a escola disciplinadora e reprodutora das desigualdades; contra o trabalho penoso e o consumo alienante, etc. Tudo isto é irreversível, tendo sido absorvido e massificado até ao limite do relativismo ante a falência das crenças autoritárias. E a prova está feita. Quando Sarkozy mobilizava recentemente os conservadores com o ódio ao legado de Maio, estava a esquecer-se de que era esse legado que lhe permitia casar e descasar em directo na televisão.”
Termino com uma frase de Clarice Lispector “ A liberdade é pouco, o que desejo ainda não tem nome”.
Publicada por Dia Santo na Loja à(s) 10:03 da tarde 3 comentários
Aqui vai um mimo.
Publicada por Marta à(s) 10:58 da tarde 1 comentários
É com este que nos importamos, se vai deixar de fumar, onde fuma, com quem fuma e por que fuma. O nosso Primeiro, bem que pode reservar para a intimidade os seus hábitos fumadores, ou outros, a bem da nação!Publicada por sophia à(s) 1:26 da tarde 0 comentários
Mais um dia Internacional dos Museus a oferecer programas fantásticos com Entrada Gratuita (sempre agradável nos dias que correm) e animação garantida. Este ano, acho que vou até ao Museu do Chiado espreitar a Revolução Cinética, sempre adorei a Op Art e Vasarely, apesar de me provocar vertigens...Publicada por sophia à(s) 9:46 da manhã 0 comentários
Um passeio de fim de tarde no Chiado já sabe tão bem!
Publicada por Teresa à(s) 9:44 da tarde 2 comentários
Vamos até lá ver as modas, as tendências, as foleiradas, as novidades, quem está e quem não está, morder o ambiente, beber uns ice teas free, e se tudo isto for muito mau, refastelamo-nos com a sempre maravilhosa vista sobre Lisboa e ficamos felizes.
Para os lisboetas de gema,a entrada é feita com a apresentação do B.I., para suburbanos e outra fauna, Pagas! 5euros...Publicada por sophia à(s) 9:33 da manhã 2 comentários

E ali estava ela, a única ponte do mundo que partindo de uma margem do rio, se desenvolvia elipticamente para regressar a ela, desprezando ALTIVAMENTE a margem oposta.Publicada por sophia à(s) 9:54 da manhã 0 comentários
Etiquetas: ideias para a nova ponte sobre o Tejo
O Museu do Oriente é inaugurado oficialmente no dia 8 de Maio e vai estar aberto ao público, com entrada gratuita, nos dias 9, 10 e 11 de Maio. Entre as sugestões disponibilizadas, contam-se as exposições permanentes, com núcleos de arte chinesa, indo-portuguesa, japonesa e timorense, e a exposição temporária Máscaras da Ásia. A programação oferece-nos música, dança, teatro e cinema, para além de outras actividades lúdico-pedagógicas promovidas pelo Serviço Educativo. É possível assistir a exibições de música hindustani, goesa e chinesa, bem como a uma demonstração de danças do Rajastão. Na área do cinema, o Monstra – Festival de Animação de Lisboa, apresenta uma retrospectiva de Osamu Tezuka, um dos mais emblemáticos cineastas japoneses. A marionetista Valeria Guglietti protagoniza um espectáculo, inserido no FIMFA Lx8, no qual as sombras chinesas se cruzam com o cinema mudo, as marionetas, o humor e a música. Durante o fim-de-semana, o Serviço Educativo promove, ateliês de origami, pintura facial e ikebana. Mário Laginha inaugura a programação do Auditório ( 20 euros custam os bilhetes,.... pena que não seja gratuito...). Os visitantes do Museu do Oriente terão a oportunidade de participar em visitas guiadas às exposições permanentes e temporária, a exposição permanente, que engloba 1.400 peças alusivas à presença portuguesa na Ásia e 650 pertencentes à colecção Kwok On. A exposição temporária é dedicada às Máscaras da Ásia.Publicada por sophia à(s) 10:00 da manhã 0 comentários
Publicada por sophia à(s) 10:34 da manhã 0 comentários
Publicada por sophia à(s) 10:24 da manhã 0 comentários
Dia consagrado a São José operário, figura protectora, empunhando uma açucena simbolizando a pureza nesta pintura de Josefa de Óbidos. Protecção tão necessária nestes dias que correm, em que mais parece que voltámos aos tempos da revolução industrial na perspectiva do Direito do Trabalho. Não me parece que haja sindicatos que representem a insatisfação de quem trabalha sem condições nem direitos, sindicatos que com um discurso que nos faz andar trinta anos para trás, com a murraça no ar, servem principalmente os próprios num sistema autofágico. Valha-nos São José!
Publicada por sophia à(s) 4:08 da tarde 0 comentários
ARX Portugal Arquitectos representam Portugal, e bem, num directório 2007 dos " 101 of the world's most exciting new architects". E há casos bem interessantes a descobrir... os suecos Tham & Videgard Hansson, os checos A69 Architekti, os ingleses Designkommander, os irlandeses Odos Architects, e muito mais! http://www.wallpaper.com/101/architects-directory.htmlPublicada por sophia à(s) 9:32 da manhã 0 comentários
Etiquetas: Concrete house facade, Designkommander
ou é o fim do PSD tal como conhecemos - com todas as suas ambiguidades mas não um partido populista.
Publicada por nuno à(s) 5:22 da tarde 2 comentários
Não perco os Dias da Música no C.C.B. assim como não perdia a Festa da Música. Na comparação, a versão reduzida dos Dias da Música perde claramente, perde no ambiente festivo, perde na quantidade e variedade de concertos, perde na dimensão internacional que lhe dava o estar ligada à Folle Journée de Nantes, perdem claramente os nossos músicos e nós público também. Nunca consegui perceber se foi por motivos exclusivamente orçamentais ou se foi algum excesso de protagonismo que houve este recuo na ligação a este festival magnífico e popular que abria as portas a novos públicos. Mas é assim mesmo, há que saber aproveitar o que temos à disposição! O fim-de-semana apresentou-se chuvoso e na manhã de Domingo o C.C.B. contráriamente ao que se noticiava, estava assim como que para o deserto... fez-me pena, sinceramente, avistar o Mega Ferreira deambulando pelo seu enorme salão de festas desconsoladamente quase vazio. Há que sublinhar que os Dias da Música não passam só pelas salas de concertos, há uma enorme quantidade de programas paralelos e permanentemente a acontecer em todos os espaços públicos do C.C.B.. Os pianos à disposição do público com monitores a acompanhar se necessário, estavam vazios, os grandes hall's desertos estavam. O público em massa só apareceu lá para as três da tarde.
Assisti a um concerto de Beethoven pelo septeto de cordas e sopros da Divino Sospiro, orquestra barroca residente no C.C.B., bonito, celebrava-se aqui o prazer de tocar junto (tema dos Dias da Música) e esse prazer é contagiante, passa para o público. Assisti à tarde no Grande Auditório a uma exibição extraordinária da Neue Hofkapelle Munchen,orquestra de música antiga ( com um curriculum notável), acompanhada pela soprano Sunhae Im, sul coreana, com uma voz lindíssima e com uma interpretação das áreas de Haendel expressiva, passando do dramatismo à comicidade com uma enorme naturalidade e perfeição. O concerto da tarde foi brilhante, empalidecendo a apresentação da manhã, para além do coloquial prazer de tocar juntos assistimos a um desempenho de excelência, a uma orquestra formando uma máquina perfeita com o maestro, um corpo uno.
Para o ano temos Bach, bom, fantástico, divino Bach. Lá estarei com a família concerteza, as saudades da Festa da Música não me impedem de apreciar as inegáveis qualidades deste acontecimento único. Bem haja C.C.B.!
Publicada por sophia à(s) 2:23 da tarde 0 comentários
Etiquetas: Photo de um dos pianos de livre acesso
Publicada por Teresa à(s) 11:09 da tarde 3 comentários
Publicada por sophia à(s) 3:37 da tarde 0 comentários
Etiquetas: Maravilhas do Mundo Português
"Recorde-se que no diploma do PS o chamado divórcio litigioso é substituído pelo divórcio sem o consentimento de um dos cônjuges. O projecto de lei introduz seis alterações fundamentais, entre as quais o fim do divórcio litigioso, o "divórcio sanção assente na culpa". Assim, e de acordo com o diploma, mantém-se o "divórcio por mútuo consentimento", mas elimina--se a necessidade de fazer uma tentativa de conciliação. Quanto ao "divórcio sem o consentimento de um dos cônjuges", prevê-se como fundamentos a separação de facto por um ano consecutivo, a alteração das faculdades mentais de um dos cônjuges, a ausência (sem que do ausente haja notícias por tempo não inferior a um ano) e "quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges, mostrem a ruptura definitiva do casamento" DN
Publicada por sophia à(s) 12:26 da tarde 2 comentários
Ir ao Teatro Nacional S. Carlos, é para mim, reles mortal, motivo de alegria, sempre, (talvez pela raridade) mas sobretudo pela complexidade de estímulos que nos oferece um espectáculo de Ópera. Música, teatro, dança, cenários como só um teatro Nacional pode projectar, um enorme conjunto de artistas a trabalhar,sem paralelo nas Artes, para três ou quatro horas de intenso delírio dos sentidos. Não pertenço ao meio de maneira nenhuma, não sou uma iniciada, mas para a minha sensibilidade, que os reles mortais também possuem! espantem-se os críticos! ( particularmente os do Expresso), foi um bom espectáculo, não me despertou grande empatia a voz do tenor Jean-Pierre Furlan, achei-o mesmo sem brilho, cumprindo mas não convencendo,em contrapartida a mezzo-soprano Stephanie Houtzeel encantou pela belíssima presença e pela interpretação que deu à musa, a soprano Chelsey Schill provocou a absoluta hilariedade da assistência na sua interpretação da Olympia, boneca autómato, com uma voz magnífica,a soprano Maria Fontosh como Antónia, levou o o entusiasmo da plateia ao auge, e o baixo barítono Johannes von Duisburg, impressionou. Será duvidosa esta encenação de Christian von Götz? Não sei, na verdade, não tenho termos de comparação, não conhecia e gostei muitíssimo da peça. A história é verdadeiramente dramática e divertidíssima. Não será que as saudades de Pinamonti, turvam os sentidos dos nossos critícos, impedindo-os de apreciar as qualidades desta produção? Parece-me que sim, e lamento-o.
Obrigado Tão!Publicada por sophia à(s) 11:01 da manhã 1 comentários
Tenho que manifestar a minha indignação por ouvir a Rita Ferro, na Câmara Clara do passado Domingo, com enorme desplante, a referir o "gordo" da série dos Sopranos. Gordo? O Gordo? Está a falar do brilhante, magnífico, extraordinário Tony Soprano, Tony para o (imagino) imenso clube de fãs e admiradores, James Gandolfini que nos deslumbrou nos últimos anos com a sua composição da personagem de um chefe da máfia de New Jersey, homem sedutor, paciente complexo e angustiado sofrendo ataques de pânico, pai extremoso, marido adúltero, padrinho implacável, numa série que é já um clássico. Uma série que na verdade estava cheia de gordos, e gordas também, uma mulher gorda e obesa em particular, que protagoniza uma das guerras internas na famiglia que se arrasta por vários episódios com mortes , ódio e vinganças apenas por uma piada sobre a sua gordura!
Publicada por sophia à(s) 9:33 da manhã 8 comentários
que já nasceu! Parabéns aos pais, especialmente à Nossa Valente Blóquita!
Publicada por Teresa à(s) 8:55 da tarde 1 comentários
Michael Caine e Jude Law num confronto perverso, uma proposta indecente, uma partida em três set's, uma peça em três actos encenada por Harold Pinter, num remake de um filme já com mais de trinta anos, em que os protagonistas eram Sir Laurence Olivier e o próprio Michael Caine.Não vi o primeiro, mas agradecia uma reposição urgente no Nimas, por favor! Esta versão do filme é teatro, e do melhor!
Para os apreciadores, é de sublinhar como o espaço arquitectónico, uma casa de campo do séc.XVIII, renovada com modernismo e protagonizando o paradigma da Casa Inteligente, se associa à personagem do escritor revelando o seu maquiavelismo e o requinte manipulador do seu carácter. A casa constitui, para mim, uma espécie de alter-ego do personagem, um palco perfeito com as suas escadas brutalistas e fragmentadas, os espaços mutantes, os segredos, o elevador transparente e canal de passagem pleno de constrangimento e suspense sobre o passo seguinte. A lareira lindíssima, as paredes que se transformam em passe de mágica consoante a mudança de luz, adquirindo propriedades reflectoras em planos infinitos. O contraste absoluto entre o exterior e o interior. E a presença nunca revelada, a não ser indirectamente por uma fotografia e pelo telefone, do terceiro personagem, aquela que é o centro do trio amoroso.Publicada por sophia à(s) 9:41 da manhã 0 comentários
Etiquetas: Photo do site oficial do filme
“Podiam umas centenas de milhares de seres humanos amontoados naquele espaço mutilar a terra sobre a qual se juntavam, podiam esmagar o solo com blocos de pedra para que nada germinasse, podiam arrancar as ervas que começavam a nascer, podiam encher a atmosfera com o fumo do petróleo e do carvão, podiam derrubar as árvores, afugentar os animais, amedrontar as aves, mas a Primavera, mesmo na cidade, seria sempre a Primavera.” É assim que começa este magnífico livro de Tolstoi, voltei a pegar nele este fim de semana, li este primeiro parágrafo e fiquei cheia de vontade de o reler.
Publicada por Marta à(s) 9:24 da manhã 1 comentários
Publicada por sophia à(s) 10:08 da tarde 1 comentários
Etiquetas: Photo 6 Janeiro
Publicada por Teresa à(s) 2:41 da tarde 0 comentários
Etiquetas: Photo retirada do Expresso
Publicada por Teresa à(s) 10:39 da tarde 2 comentários
Publicada por Teresa à(s) 10:31 da tarde 1 comentários
Publicada por sophia à(s) 1:04 da tarde 0 comentários
Creio que independentemente do tempo, o habitar (ou a casa) ainda depende ou assenta em coisas mais ou menos prosaicas como a orientação da luz natural, a protecção ou o aconchego necessários para descansar ou dormir, o despertar perante a paisagem, o conforto indispensável para se estar bem sentado, o sentido de reunião e a magia ancestral que proporciona o fogo num fogão de sala e todas as outras coisas que não sendo visíveis, acabam por ser essenciais ao carácter que se quer atribuir a um espaço. Isto porque toda a arquitectura para que realmente o seja, é muito mais feita de ausências, renúncias ao que não é essencial, do que aquilo que é visível e que está presente. Só assim a arquitectura poderá aspirar a alcançar uma espécie de energia que a coloca entre o céu e a terra, atingindo assim a verdadeira dimensão humana.
João Álvaro Rocha
Publicada por Teresa à(s) 5:37 da tarde 0 comentários
Publicada por sophia à(s) 11:40 da manhã 1 comentários
Etiquetas: Flores para uma mulher e pêras by Van Gogh
Publicada por sophia à(s) 12:41 da tarde 0 comentários
Ontem, pela primeira vez em Lisboa, Krystian Zimerman e o seu piano brilharam na Gulbenkian. Ofereceu-nos Bach, esta "Patética" de Beethoven (aqui tocada em 2006 no Suntory Hall em Tokyo), passando por Mozart e acabando em Chopin. No final, a plateia ainda teve direito a 3 encores. Deixo-vos este video, que não substitui um concerto. É só um aperitivo que fica também como um aviso. Estejam atentos a um regresso daquele que é considerado um dos melhores pianistas do mundo, e não percam a oportunidade de assistir a um espectáculo sublime, como o de ontem!
Publicada por Teresa à(s) 11:03 da tarde 0 comentários
Sessenta anos! Saudades de ir àquela cave nebulosa de fumo, muito underground, muito cool, sempre com música a acontecer, lá para a Praça da Alegria. Oh tempo, volta para trás!
Publicada por sophia à(s) 10:27 da manhã 0 comentários
Publicada por sophia à(s) 2:23 da tarde 2 comentários
Etiquetas: No tabuleiro com pernas bambas
Em contraste absoluto com o anterior, o nosso chefe da oposição revela-nos a outra face em graça plena. Os filhos extremosos, a equipa de futebol junior da qual é treinador amador com tiques pro, a namorada gira e simpática que o caracteriza de "meiguinho", "não é convencido mas é peneirento", os pais encantadores, o povo da rua em intimidades com beijinhos e a apertar as mãos e as bochechas em tom de mimo, o almoço semanal em família alargada, num daqueles restaurantes populares do Norte que nos fazem crescer água na boca, com azulejos pirosos e a fotografia dos fundadores tirada por fotógrafo de aldeia e emoldurada ao lado da do Sr. Doutor, enfim um encanto. Um lado genuíno que nos provoca uma enorme empatia, com memórias de um Portugal simples e um tanto provinciano do qual todos temos uma certa saudade. Mas o que nós precisamos mesmo, é que o líder da oposição nos revele a outra face, aquela que ainda não vimos, aquela que em sede própria nos demonstre que o nosso Primeiro não está a governar sózinho e a rir-se dos disparates e das insuficiências da bancada da Oposição.
Publicada por sophia à(s) 4:58 da tarde 0 comentários
Porque será que por mais que se esforce o nosso Primeiro, não consegue passar uma imagem de naturalidade? Porque é que será que por muitos bons dias na rua e por mais apertos de mão que dê aos homens do café, eu fico sempre com uma imagem teatral, estudada ao mais infímo pormenor. Uma pose controlada ao segundo, uma expressão facial ensaiada, um discurso milimétricamente encomendado, analisado, construído para provocar este ou aquele sentimento. Marketing Politico em estado puro. Penso que só teria a ganhar se nos dispensasse destes teatros e destes palcos pseudo intímos, fica muito melhor no parlamento a esmagar os ataques da oposição, aí com evidente naturalidade e até muita graça .Publicada por sophia à(s) 12:46 da tarde 1 comentários
Etiquetas: Zangado ou a prenda do Gabinete do nosso Primeiro
Publicada por Teresa à(s) 10:27 da tarde 3 comentários
Desde Fargo que sigo atentamente os irmãos Coen. Fui ontem ver o premiado No Country for Old Men, e fiquei mais uma vez impressionada. Pareceu-me uma espécie de actualização de Fargo, com menos humor, mais duro, mais cruel, mais negro, mas o fio condutor é o mesmo, o móbil do crime, (a nota verde, claro!), e o dominio do patológico, do nascido para matar, da inversão dos valores sociais.Publicada por sophia à(s) 10:19 da manhã 0 comentários
Etiquetas: Cartaz
Publicada por Teresa à(s) 10:12 da tarde 4 comentários
Quero expressar aqui o meu apoio e contentamento, por sentir que finalmente temos uma ministra da Educação, que desassombradamente está a prestar um serviço às escolas, aos pais, aos professores, à comunidade educativa em geral. Não é compreensivel este horror às avaliações, demonstrado em bloco pelos professores, cuja função para além de ensinar, é também a de avaliar. O que a minha experiência me demonstrou, foi que a sorte dita o destino nas escolas públicas, que é quase impossivel fazer frente a professores que se "baldam" no cumprimento dos seus mais elementares deveres, que os professores funcionam muito bem corporativamente, e que se protegem sempre, mesmo quando são absolutamente evidentes as falhas, muitas vezes desastrosas, dos seus colegas. Que as críticas colocadas em sede própria, nas reuniões de direcção de turma, provocam defesas acirradas como se fossem ofensas pessoais, olhares de lado, provocando alguma insegurança nos pais, se não terão direito a revanches, quando o interesse deveria ser comum e prioritariamente o do aluno. Não consigo compreender que alguém defenda que os professores que fazem a diferença, pelo seu empenho e dedicação no ensino das nossas crianças sejam iguais áqueles que se limitam a cumprir os minímos (ou nem isso), áqueles que são realmente danosos, porque por acção ou omissão, não cumprem a maravilhosa função que lhes é destinada e para a qual todos contribuimos, a Educação das novas gerações, no caso a dos nossos filhos.
Publicada por sophia à(s) 5:21 da tarde 6 comentários
Publicada por Teresa à(s) 3:59 da tarde 3 comentários
E ainda há quem diga que não as há! Encontrei hoje um amigo, que não via há muito tempo, na mesma ruela onde um dia, há muito, muito tempo nos “encontrámos” pela primeira vez! Curiosamente, eu estava com um amigo, que de todos os meus amigos, foi o único que nesse mesmo ano também o conheceu! Já lá vão 23 anos!!! Muita coisa mudou em Ferragudo mas o cheiro particular da flora Algarvia misturado com a brisa da maresia que nos chega do rio Arade, continua a mesma.
Publicada por Teresa à(s) 10:17 da tarde 2 comentários
Posso dizer que a mim me impressionou. Um cenário e um guarda roupa muito bonito, os bailinarinos dançavam extraordinariamente. Enfim, gostei bastante!
Publicada por Marta à(s) 6:25 da tarde 0 comentários
Publicada por sophia à(s) 2:55 da tarde 1 comentários
Publicada por Teresa à(s) 10:41 da manhã 1 comentários
Aos fanáticos ( como eu...) das boas séries televisivas.
Finalmente há um bom motivo para ficarmos ansiosos com a chegada de quartas à noite, agarrados à TV, canal RTP2!
Para quem seguiu os Sete Palmos de Terra, vamos reencontrar David Fischer, ou seja Michael C. Hall, o irmão gay, lembram-se?
Temos então, um serial killer, bem mórbido e bem divertido para nos dar bons sonhos antes de irmos para a caminha! Publicada por sophia à(s) 11:46 da manhã 5 comentários
Etiquetas: Televisão
Publicada por Teresa à(s) 8:58 da tarde 1 comentários
Um filme belíssimo, a viagem que a certa altura da nossa vida todos sonhámos fazer, por outros motivos, com outras paisagens, bem sei, mas a inquietação e a procura de respostas no mundo desconhecido fora das redomas proteccionistas parentais, fazem parte de um ritual de passagem de libertação e descoberta pessoal, solitária. Mesmo na idade adulta, a quem não apetece, once in a while, mandar tudo à fava e caír no mundo? A literatura é o fio condutor deste jovem inquieto, e a força e integridade que dele emanam, o regresso à natureza como fonte de pacificação, no encontro das necessidades primárias, no absoluto despojamento, na aceitação do que nos é oferecido....bom, mais não digo.
Os actores são magníficos e na sua maioria ilustres desconhecidos, salvo o meu top ten, o pai William Hurt e a mãe Marcia Gay Harden, a banda sonora é sublime, as paisagens nem vale a pena dizer nada, é o Alasca, o Grande Canyon....Não vou revelar nada, mas é absolutamente imperdível.
Hapiness is only real when shared.
Publicada por sophia à(s) 10:29 da manhã 4 comentários
Etiquetas: Photo do site oficial do filme
Houve quem nos tenha dito um dia: “- Isto não é uma casa mas antes uma Vista com casa.”
E tinha razão. Mas apesar de pequenina tinha tecto, tinha chão, tinha paredes e um janelão! Publicada por Teresa à(s) 7:33 da tarde 2 comentários
Publicada por sophia à(s) 6:14 da tarde 1 comentários
- Tiago (3anos), quem é o teu melhor amigo?
- Hum... hum... eu próprio!Publicada por Teresa à(s) 3:48 da tarde 0 comentários
Aparece um homem destes por geração.
Publicada por Marta à(s) 8:26 da tarde 2 comentários
Sempre embirrei com o nosso Carnaval. Não sei muito bem porquê, mas desconfio que tenha a ver com a mesma razão porque nunca achei graça a Palhaços de Circo e outras estratégias usadas de propósito para surpreender e/ou procurar fazer-nos rir. Gosto no entanto de me divertir com ataques de riso incontroláveis e estes em mim são normalmente desencadeados por situações imprevistas. Não há nada como uma boa luta de almofadas para aliviar o stress e desanuviar maus humores. Já de pijama e prontos para ir para a cama voou subitamente uma almofada. A seguir outra e mais outra e as gargalhadas mais ou menos histéricas foram se soltando em avalanche! O difícil foi acalmar a seguir e tiveram direito a exigir “mimo e companhia” em dose esticada, mas valeu a pena!
Publicada por Teresa à(s) 12:06 da tarde 2 comentários